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Autoestima: a percepção de si



Com a triste notícia da morte da consagrada jornalista Glória Maria, viralizou trechos de sua entrevista ao programa Roda Viva onde, dentre outras coisas, afirma que a vida é única e intransferível e que, por isso, queria viver do jeito dela e não de acordo com a opinião dos outros. Glória Maria deu um show de boa autoestima! Aliás, o que ela disse não foi surpresa. Esta é uma lição conhecida por todos nós, mas nem sempre praticada. Infelizmente. Autoestima, no senso comum, é a percepção, positiva ou negativa, que um indivíduo tem sobre si mesmo, envolvendo as crenças e emoções adquiridas ao longo da vida, num processo que, apesar de complexo, inicia na infância, nas relações estabelecidas com os pais. Claro que a vida é feita de altos e baixos. Entretanto, uma pessoa com boa autoestima é autoconfiante e, por isso, tem mais capacidade de enfrentar os obstáculos do dia a dia, já que ninguém está imune a eles. É a condição interna do indivíduo que faz com que ele interprete os acontecimentos como algo construtivo ou não. É na avaliação que ele faz de si próprio, e de como se vê no mundo, que reside a diferença entre desafiar ou fugir diante de uma frustração. No universo corporativo, por exemplo, os profissionais que se destacam são aqueles que tem competências como iniciativa, criatividade, autoconfiança, indicadores de uma autoestima adequada. Por outro lado, uma pessoa com baixa autoestima é alguém que responde às expectativas dos outros, pois desconhece o próprio potencial. Suas reações são diversas e vão desde comportamentos pessimistas, de autodesvalorização até de arrogância e competitividade em excesso, mas sempre tendo a insegurança como denominador comum. A verdade é que todos nós temos nossos temores, nossas carências e dores. Por isso, o ponto de partida para uma boa autoestima é o autoconhecimento. Olhar para dentro de si, examinar nossas oposições, a nossa relação consigo e com os outros, é uma tarefa que possibilita identificar a maneira como lidamos com as expectativas, com nossos medos, como reagimos às frustrações e outros sentimentos, gerenciando-os de forma consciente e positiva. Conhecer nossos recursos internos, ter consciência de nossas qualidades e limitações, é um processo construído aos poucos, com muita reflexão, mas que nos fortalece para nos posicionarmos diante da vida, revermos nossas prioridades e colocarmos em pratica o que nos faz bem. E isso é intransferível. Créditos: Joselene L. Alvim- psicóloga

Fonte: G1


07/02/2023 – 95 FM Dracena

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