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Até que a morte nos separe

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Esta semana, a cantora Sandy e o músico Lucas Lima anunciaram a separação após 24 anos de relacionamento. O relato surpreendeu muitas pessoas, já que o casal aparentemente demonstrava estar bem. A notícia trouxe à tona reflexões sobre relacionamentos e o ideal de amor romântico, amplamente difundido em diversos contextos socioculturais e que dificulta a aceitação da realidade a dois. Sabemos que a maioria dos casais se une motivada pelo amor e, embora, possam enfrentar discordâncias, passam anos compartilhando suas vidas felizes juntos. Por outro lado, há aqueles que se percebem tão distantes um do outro que mal conseguem recordar o sentimento que um dia os uniu. Assim, alguns, após várias tentativas de reconstruir a relação, percebem que não há mais reciprocidade, seja em termos de sentimentos ou projetos, e optam pela separação. O término de um relacionamento desencadeia uma avalanche de emoções que altera significativamente a dinâmica do casal. Não se trata apenas da divisão de bens materiais, mas a ruptura de vínculos, de laços afetivos, emocionais, sociais e sexuais. E quando há filhos, a maturidade do casal é essencial para auxilia-los a atravessar essa fase com segurança e amor. O fato é que uma separação não ocorre da noite pro dia. A cumplicidade do casal se desgasta gradualmente, acompanhada de um distanciamento emocional que se instala na rotina diária. A separação é velada. A dor causada pela separação não possui antídoto. O sofrimento afeta qualquer um que passa por essa experiência, pois não envolve apenas a despedida dos aspectos negativos do relacionamento, mas também das memórias positivas compartilhadas. Portanto, aprender a lidar com as próprias emoções é o segredo e também um desafio. Afinal, uma separação também está repleta de sentimento de insegurança, de culpa, mesmo que não haja uma outra pessoa envolvida, e pelo medo do desconhecido. Por isso, é preciso tempo. Tempo para o reconhecimento de si mesmo. É essencial refletir sobre nossos verdadeiros desejos, uma vez que as transformações não surgem dos outros, mas sim de dentro de nós. Somos nós os responsáveis por optar se queremos permanecer como estamos ou não. Eis o desafio e também a recompensa. Créditos: Joselene L. Alvim-psicóloga
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Fonte: G1


28/09/2023 – 95 FM Dracena

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